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EnzRossi

Júnior, pleno ou sênior. Shortlist em 3 dias.

Escolha a senioridade certa para o trabalho.

Tempo de experiência é só uma referência. O que importa é o escopo: quem toca uma feature, quem escolhe a stack, quem lidera um incidente. Dos 3.000+ profissionais na base, 2.700+ já estão classificados por senioridade, prontos para a sua vaga.

3.000+ profissionais na base
Top 5% dos candidatos
450+
Juniores na base
1.200+
Plenos na base
1.050+
Seniores na base
3 dias
Primeira shortlist

Os três níveis

O que cada nível entrega de verdade.

Tempo de experiência é só uma referência. O que importa é o escopo que a pessoa assume e o tipo de decisão que ela está pronta para tomar.

Júnior

0 a 2 anos

450

Assume tickets dentro de uma sprint.

Melhor em

  • Entrega features bem definidas, com code review.
  • Aprende frameworks e ferramentas novas rápido.
  • Escreve código limpo quando o caminho está claro.

Não é para

  • Tomar decisões de arquitetura ou escolher a stack.
  • Levar uma feature do início ao fim sem apoio.

Pleno

2 a 5 anos

1.200

Assume features do início ao fim.

Melhor em

  • Pega a especificação de uma feature e entrega sem supervisão diária.
  • Investiga problemas de produção em qualquer ponto da stack.
  • Faz code review com cuidado e orienta os juniores.

Não é para

  • Definir a direção técnica de um produto do zero.
  • Conduzir sozinho a resposta a incidentes ou revisões de arquitetura.

Sênior

5+ anos

1.050

Responde por sistemas e resultados.

Melhor em

  • Desenha serviços novos e escolhe os trade-offs certos.
  • Lidera a resposta a incidentes e destrava o time.
  • Orienta juniores e plenos sem parar de escrever código.

Não é para

  • Continuar motivado por muito tempo com trabalho só de tickets.
  • Substituir um gestor de engenharia (é outro trabalho).

Matriz de decisão

O nível certo para cada situação.

A maioria dos erros de contratação acontece aqui. Escolha o nível pelo escopo do trabalho, não pelo que parece mais seguro no papel.

Situação 01

Produto novo. Sem base de código. Sem tech lead.

Sênior

Alguém precisa escolher a stack, definir convenções e responder pela arquitetura. Um júnior ou um pleno vai chutar. Um sênior vai raciocinar.

Situação 02

Base de código madura, com padrões claros. Roadmap de features estável.

Pleno

As decisões difíceis de arquitetura já foram tomadas. Você precisa de alguém que entregue features bem feitas sem supervisão diária.

Situação 03

Tickets bem definidos, correção de bugs, manutenção.

JúniorPleno

Engenheiros seniores se entediam rápido com esse trabalho e vão embora. Combine o escopo com o nível.

Situação 04

Crescer um time que já tem tech lead.

PlenoSênior

Some 2 ou 3 plenos para velocidade de execução e 1 sênior para profundidade no code review. O seu tech lead continua focado na direção.

Situação 05

Domínio complexo: sistemas distribuídos, pipelines de ML, segurança.

Sênior

Os trade-offs dependem do domínio. É a experiência com problemas parecidos que deixa o trabalho seguro.

Situação 06

Crescer o time mantendo o custo previsível.

JúniorPleno

O pleno responde pela feature e o júnior trabalha junto e aprende. A entrega é alta, o custo é sustentável e você forma gente dentro de casa.

O que dá errado

Os erros que vemos todo mês.

Alocamos profissionais de todos os níveis desde 2024. Estes quatro padrões explicam a maioria das contratações que não deram certo.

01

Contratar um sênior para trabalho de júnior.

Parece seguro, mas não é. Um engenheiro sênior que só pega tickets se entedia em poucos meses e vai embora. Você pagou por um sênior e ganhou um risco de rotatividade. Combine o nível com o escopo real.

02

Esperar que um júnior tome decisões de arquitetura.

Um júnior com bons fundamentos é uma ótima contratação. Mas pedir que ele escolha o banco de dados ou desenhe a camada de autenticação não é justo. Ele vai chutar, e o estrago aparece seis meses depois.

03

Tratar o pleno como um sênior mais barato.

Plenos produzem sem acompanhamento constante, mas ainda estão construindo julgamento. Se você precisa de alguém para conduzir incidentes, definir a direção técnica ou destravar o time, você precisa de um sênior. Contratar pleno para fazer trabalho de sênior sempre dá errado.

04

Confundir tempo de experiência com julgamento.

Dez anos fazendo a mesma coisa não é senioridade. Cinco anos passando por times, stacks e falhas diferentes muitas vezes é. Avaliamos o escopo que a pessoa assumiu e as decisões que tomou em cenários ambíguos, não só as datas do currículo.

Como avaliamos em cada nível

Cinco dimensões. Todo profissional.
Todo nível.

A profundidade muda com a senioridade. As dimensões, não. Um júnior mostra fundamentos; um sênior mostra julgamento. Os dois passam pela mesma avaliação em cinco partes.

01

Profundidade técnica

Domínio da própria stack, calibrado ao nível. Investigamos escolhas e riscos, não só sintaxe.

Profundidade por nível

Jr
Pl
Sr
02

Comunicação em inglês

Entrevista comportamental estruturada. Nível B2 no mínimo. Avaliamos a escrita, não só a fala.

Profundidade por nível

Jr
Pl
Sr
03

Fluência em ferramentas de IA

Uso prático de Copilot, Cursor e Claude em tarefas reais do dia a dia. Testamos julgamento, não quantidade de prompts.

Profundidade por nível

Jr
Pl
Sr
04

Senso de dono

Dá notícias sem precisar ser cobrado, decide bem quando o cenário é ambíguo e termina o que começa. É aqui que a maioria dos falsos seniores reprova.

Profundidade por nível

Jr
Pl
Sr
05

Alinhamento cultural

Conforto com feedback direto, trabalho assíncrono e o jeito de trabalhar dos times americanos. Isso vem da experiência, não de um checklist.

Profundidade por nível

Jr
Pl
Sr

Dúvidas sobre senioridade

Perguntas frequentes

Monte o seu time

Conte o escopo. A gente indica o nível.

Sem taxa antecipada. 2 semanas de teste em qualquer nível. A shortlist chega em 3 dias, você escolhe e a gente cuida do resto.