Triagem de profissionais
Não somos um banco de currículos. Cada perfil que você recebe passou por sete etapas internas. A maioria dos candidatos não passa das duas primeiras.
Por que isso existe
Empresas contratam a gente para crescer o time sem estourar o orçamento. Isso só funciona se cada hora contratada render. Profissional barato que precisa de supervisão o tempo todo sai mais caro do que um profissional forte que entrega.
Nosso trabalho não é repassar currículo. É filtrar, preparar e continuar responsável depois da alocação. As sete etapas são o que nos permite dizer que alguém está pronto para o seu time.
Taxa de aprovação
dos candidatos passam pelas sete etapas
Cada número vem de candidatos reais avaliados desde 2024, não de texto de marketing.
As sete etapas
Uma etapa de cada vez, sem atalhos. É o filtro entre quem se candidata e a sua shortlist.
Toda candidatura começa com uma leitura cuidadosa, não com um filtro de palavras-chave. Comparamos experiência, stack, senioridade e trajetória com a vaga, e olhamos o que o candidato entregou de fato, não a lista de ferramentas no papel. Conferimos se a história fecha: cargos que batem com as responsabilidades, tempo de casa que faz sentido e trabalho compatível com o nível que a pessoa diz ter. A maioria dos candidatos para aqui, antes de qualquer entrevista.
O que medimos
Sinais comuns de reprovação
Técnica sem comunicação quebra qualquer time. Esta é uma conversa estruturada, não um bate-papo. Pedimos exemplos concretos: discordâncias em code review, prazos perdidos, especificações confusas, atrito com produto. Observamos como o candidato explica escolhas, como recebe feedback e se tende a culpar os outros ou a assumir a responsabilidade. O inglês é avaliado em contexto profissional, não pela gramática perfeita.
O que medimos
Sinais comuns de reprovação
Um engenheiro sênior do nosso lado conduz uma sessão ao vivo sobre a stack principal da vaga. São problemas reais, não definições de livro. Cobrimos fundamentos, resolução de problemas e trabalho prático: ler e escrever código, fazer debugging e explicar cada decisão em voz alta. Em algumas funções o foco é modelagem de dados; em outras, segurança, performance de front-end ou infraestrutura. As páginas de cada função mostram a versão específica desta etapa.
O que medimos
Sinais comuns de reprovação
Quem passa na primeira rodada conversa com um segundo entrevistador numa sessão mais profunda. Saímos do código e vamos para o desenho: como a pessoa estruturaria um sistema, onde ele quebra sob carga e do que abriria mão para entregar no prazo. Incluímos um exercício de code review, porque revisar o trabalho dos outros é boa parte do dia a dia num time de verdade. A régua acompanha a senioridade da vaga: de um sênior, esperamos que conduza a conversa, não que só acompanhe.
O que medimos
Sinais comuns de reprovação
A entrevista mostra como a pessoa pensa na hora. O desafio prático mostra como ela trabalha sozinha. A tarefa reproduz o trabalho real da função, não é uma pegadinha. Avaliamos como um colega cuidadoso faria: estrutura, legibilidade, testes, documentação e as escolhas feitas. Depois, o candidato explica as decisões e o que mudaria se tivesse mais tempo.
O que medimos
Sinais comuns de reprovação
É nas referências que o currículo encontra a realidade. Exigimos pelo menos duas pessoas que trabalharam com o candidato em um contexto profissional real. Fazemos perguntas diretas: confiabilidade, qualidade do trabalho, como reage ao code review e como se comporta quando um deploy dá errado. Amigos e familiares não contam.
O que medimos
Sinais comuns de reprovação
Verificamos o que importa para a confiança: histórico profissional, formação e identidade. O candidato dá o consentimento por escrito, e tudo segue a LGPD. Se a função lida com dados sensíveis, acrescentamos as verificações que o risco pede. Esta etapa não é burocracia para constar. É como evitamos surpresas depois que alguém já está dentro das suas ferramentas e canais.
O que medimos
Sinais comuns de reprovação
As páginas de cada função mostram como a primeira entrevista técnica muda conforme a stack. As outras seis etapas seguem o mesmo padrão para todo mundo.
Ver funçõesComparado com a alocação tradicional
Muitas empresas de alocação param na triagem de currículo e em uma conversa. Para nós, entrevista comportamental, duas rodadas técnicas, desafio prático, referências e verificação de histórico são obrigatórios.
Currículo analisado por uma pessoa, não por filtro de palavras-chave
Entrevista comportamental com pontuação estruturada
Sessão técnica ao vivo com um engenheiro sênior
Segunda rodada técnica sobre arquitetura, escolhas e code review
Desafio prático avaliado a fundo
No mínimo duas referências profissionais
Verificação de histórico com consentimento documentado (LGPD)
Entrevista técnica opcional com você depois da nossa triagem
Em números
5%
Dos candidatos são aprovados
7
Etapas de triagem por candidato
3 dias*
Tempo típico até a primeira shortlist
97%
Satisfação dos clientes
* Para vagas comuns, como full-stack. Outras vagas costumam levar de 7 a 10 dias.
Dúvidas
Respostas diretas sobre como avaliamos os profissionais.
Próximo passo
Conte o que você precisa. Enviamos uma shortlist de profissionais que já passaram pelas sete etapas.